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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

PROGRAMA DE REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR DOMICILIAR EM PACIENTES COM COVID-19 E NO PÓS COVID-19

RAFAEL SANTIAGO FLORIANO, Rafael Santiago Floriano, Michel Silva Reis
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ - Rio de Janeito - RIO DE JANEIRO - Brasil

Introdução: A pandemia do novo coronavírus vem assolando o mundo desde março de 2020. A população sobrevivente vem sofrendo com os efeitos agudos e crônicos desta síndrome que matou milhões de pessoas. A Fisioterapia ganhou destaque como uma das profissões protagonistas no tratamento inicial e também no tratamento a longo prazo da COVID-19. Este estudo mostra um programa de reabilitação domiciliar eficaz, realizado por Fisioterapeutas de forma segura e pouco onerosa. Métodos: 21 voluntários, 10 homens (47,61%) e 11 mulheres (52,39%), foram submetidos ao programa de reabilitação domiciliar que incluiu treinamento muscular inpiratório, treinamento de força, treinamento aeróbio em pacientes pós Covid-19. Análise estatística: Foram realizados os testes t-student para os dados paramétricos e o teste de wilcoxon para os dados não paramétricos. As variáveis paramétricas foram apresentadas em média e desvio padrão e as não paramétricas em mediana e intervalos interquartis. O nível de significância estabelecido foi p<0,05. Resultados: APImáx PRÉ (64,57±22,81) e PÓS (129,24±23,48), com o P<0,001; TD6M PRÉ (46,52±31,12) e PÓS (136,52±47,58) com o P<0,001; TP6M PRÉ (368,71±148,76) e PÓS (880,00±156,55) com o P<0,001; Treinamento de força em membros inferiores: flexão de perna (4,24±1,81 vs 4,90±1,48 vs 6,33±1,56) com P<0,001; elevação de joelho - flexão de pé, joelho e quadril (3,05±1,54 vs 3,52±1,54 vs 4,90±1,18) com P<0,001; abdução de perna (2,30±0,92 vs 2,81±1,03 vs 4,33±0,91) com P<0,001; extensão de joelho (5,14±2,46 vs 6,86±2,39 vs 10,43±2,69) com P<0,001. E membros superiores: extensão e flexão de braço alternado (3,40±1,35 vs 3,76±1,18 vs 5,00±0,84) com P<0,001; flexão e extensão de braços conjugados (4,19±1,78 vs 4,29±1,52 vs 5,52±1,25) com P<0,010; flexão alternada de bíceps (4,43±2,04 vs 6,40±2,01 vs 8,62±2,56) com P<0,001; flexão conjungada de bíceps até noventa graus - “martelo” (3,62±1,53 vs 4,95±1,64 vs 6,43±2,44) com P<0,001 e abdução de braço a noventa graus (2,90±1,14 vs 3,55±1,10 vs 4,48±2,33) com P<0,001. Conclusão: Houve melhora de todas as variáveis estudadas; como nos marcadores a seguir: PImáx, o TD6M, o TP6M, Força muscular.

Palavras chave: CARDIORRESPIRATÓRIO, REABILITAÇÃO, COVID-19

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