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ANEURISMAS EM MEMBROS INFERIORES COM OCLUSÃO DISTAL

Aline Martins Adegas Choaib, Otacílio de Camargo Junior, Ana Carolina C. Junqueira Emboaba, Tiago Seiki Gushiken Petrucci, Amanda Bishop Perseguim, Ian Henrique da Silva Pereira, Lorena Fernandes Melo Silva, Gustavo Augusto Gioppato, Júlia Monserrat Pinto Carceres, Eduardo Hadad Cherulli
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS – PUCAMP - - SP - BRASIL

INTRODUÇÃO: O aneurisma de artéria poplítea é o aneurisma periférico mais frequente, podendo corresponder a 70% dos casos. Sua complicação mais grave é a trombose, com alto risco de perda do membro. O aneurisma verdadeiro de artéria femoral superficial é uma alteração rara e por apresentar um trajeto anatômico envolto por músculos, normalmente são diagnosticados quando apresentam complicações.

Neste relato descrevemos o caso de dois pacientes, retratando como a trombose aguda dos aneurismas periféricos são graves complicações e exigem uma intervenção rápida e precisa.  

 

CASO 1: Pacientemasculino, 58 anos, deu entrada no pronto socorro com dor e edema em membro inferior direito. Ao exame físico apresentava massa pulsátil em região poplítea em MID com dor no local e edema no membro. Submetido a ultrassonografia com diagnóstico de aneurisma de artéria poplítea. Realizado também arteriografia confirmando o diagnóstico sem evidência de leito distal. Paciente submetido a tratamento cirúrgico com ressecção do saco aneurismático sendo confirmado que não apresentava leito distal, com artéria poplítea trombosada logo após a dilatação aneurismática. 

 

CASO 2: Paciente do sexo feminino, 76 anos, foi diagnosticada com aneurisma gigante de artéria femoral superficial por apresentar massa tumoral pulsátil há dois anos e dor importante no local. Submetida a exames de imagem com confirmação de aneurisma de aorta abdominal, ilíacas e femoral superficial de 11,3 cm de diâmetro roto e sem leito distal. 


CONCLUSÃO: A trombose aguda dos aneurismas periféricos é uma complicação extremamente grave com risco de perda do membro se não tratado a tempo, porém, se a trombose for crônica e não apresentar sintomas de isquemia o tratamento pode até ser cirúrgico com ressecção do saco aneurismático sem revascularização distal se já houver circulação colateral.

 

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